Cinzas do Norte

Cinzas do Norte Afim de realizar suas inclina es art sticas ou quem sabe para investigar suas ang stias mais profundas Mundo engalfinha se numa luta contra o pai a prov ncia a moral dominante e para culminar os

  • Title: Cinzas do Norte
  • Author: Milton Hatoum
  • ISBN: 9788535906851
  • Page: 385
  • Format: Hardcover
  • Afim de realizar suas inclina es art sticas, ou quem sabe para investigar suas ang stias mais profundas, Mundo engalfinha se numa luta contra o pai, a prov ncia, a moral dominante e, para culminar, os militares que tomam o poder em 1964 A rebeldia e a posterior fuga do rapaz ampliam o universo romanesco, que alcan a a Europa da irrequieta d cada de 1970, de onde Mundo maAfim de realizar suas inclina es art sticas, ou quem sabe para investigar suas ang stias mais profundas, Mundo engalfinha se numa luta contra o pai, a prov ncia, a moral dominante e, para culminar, os militares que tomam o poder em 1964 A rebeldia e a posterior fuga do rapaz ampliam o universo romanesco, que alcan a a Europa da irrequieta d cada de 1970, de onde Mundo manda sinais para Lavo, ainda preso cidade natal.

    One thought on “Cinzas do Norte”

    1. Fiquei com uma impressão fortíssima ao finalizar a leitura de "Cinzas do Norte". Como pano de fundo, dando cores à trama, o cenário da Amazônia, com sua culinária típica, o rio Negro, barcos, palafitas e a extrema pobreza contrastando com os prédios pretensiosos do centro da capital. O momento histórico é o mesmo do regime militar, que determina fortemente a vida dos personagens e exerce uma influência autoritária sobre os rumos do norte do Brasil, modificando sua paisagem no decorre [...]

    2. Não é um livro com lindas frases para a gente pinçar. É um livro sólido, com uma narrativa crua e forte. Fala do norte do nosso país, região sobre a qual sei quase nada. E fala sobre a relação pai e filho, de como precisamos deixar que os nossos filhos sejam o que eles querem/precisam ser Enfim, não vou dizer que o Hatoum é um Raduan, um Agualusa, um Murakami, uma Chimamanda. Não é. Mas o cara tb tem seu estilo.

    3. Apparently, if you want to win the Prêmio Jabuti, the secret is to write a coming-of-age story about two boys (one of whom must be an artist at heart), in '50s/'60s Brazil, coming to terms with the injustices of society. That description fits both this book, and _Se eu fechar os olhos agora_. Unfortunately for _Cinzas_, I read _Se eu fechar_ first, so even though it's the earlier book, it felt a bit trite. But even accounting for that, I still think it was the weaker book: I never came to care [...]

    4. As palavras deslizam tão suavemente, sem dor, sem monotonia alguma que impressiona qualquer leitor. Com absoluta certeza: é um dos melhores livros que já li. Verdadeiro teletransporte literário.Sensacional!

    5. Gosto muito do estilo do autor, mas seus livros são um pouco parecidos um com o outro. Sempre uma vida marcada pelo passado e suas consequências, as lembranças, uma dose de amargura. Deveria ter esperado um tempo maior entre um e outro.

    6. Maravilhoso, mais um grande livro, em um nível próximo do Dois Irmãos. Devorei, muito bom ler Milton Hatoum!

    7. Sempre fico em dúvida se leio algo novo dele ou se repito a leitura dessa trama para além da mãe e o filho!

    8. Atmosférico romance de Milton Hatoum ambientado em sua maior parte em Manaus. Escrito de forma desestruturada, até onírica, não me cativou de início. Aos poucos fui me familiarizando com os personagens e lugares, fazendo daquele mundo um pouco meu. Da metade adiante acelera o passo e ganha ritmo, se inteiro assim mereceria até uma nota maior. O final bucólico e triste, fazendo jus ao nome, traz uma surpresa nas últimas páginas. De modo geral me deixou com sentimentos fortes, mas poderia [...]

    9. Meu livro favorito do meu escritor brasileiro vivo favorito. Imagético num norte que não conheço além de sua escrita, personagens palpáveis que poderiam estar em qualquer lugar. A arte sem crítica e uma crítica a arte para gringo se degolar. Ah e uma trigésima familiar que faz o tempo a todas as imagens e contexto.

    10. NITROLEITURAS: Cinzas do Norte (2005) - Milton Hatoun | Liberdade, Ainda Que Te Destrua!SINOPSENa Manaus dos anos 1950 e 1960, dois meninos travam uma amizade que atravessará toda a vida. De um lado, Olavo, de apelido Lavo, o narrador, menino órfão, criado por dois tios mal-e-mal remediados, que cresce à sombra da família Mattoso; de outro, Raimundo Mattoso, ou Mundo, filho de Alícia, mãe jovem e mercurial, e do aristocrático Trajano. No centro das ambições de Trajano está a Vila Amaz [...]

    11. There have been books that I’ve loved, where I’ve copied out pages of quotes and notes and had loads to write about, and have had to trim it all down lest I rewrite the whole thing, and there are books that I’ve disliked, but still had plenty to write about, after all, I enjoy a moan as much as the next Englishman (Englishwomen are also available). Then there is Ashes of the by Milton Hatoum. Now while I’m loath to say it wasn’t very good, it wasn’t very no, what I will say is that [...]

    12. Com certeza foi um dos melhores livros que vou ler neste ano. Não conhecia o autor, Milton Hatoum, e foi com surpresa que descobri que ainda temos, vivo entre nós, um dos melhores.O livro conta a história de 2 amigos levando as suas vidas tendo Manaus, conflitos familiares a os problemas políticos do Brasil como pano de fundo. A história é forte e tocante, emociona.Recomendo.

    13. Passei este livro para meus alunos e eles amaram. A narrativa de Milton Hatoum é agradabilíssima. A Manaus da ditadura militar serve como pano de fundo para a história de duas famílias interlaçadas. A artimanha de usar cartas para relatar o passado é correta. Os personagens gradualmente ganham espaço em nós. O final é um pouco decepcionante, com umas reviravoltas à la novela mexicana. Todavia, se abstrairmos os capítulos finais, o livro é um clássico.

    14. Milton Hatoum is one of the good names in contemporary Brazilian literature. In this novel, he creates a compelling narrative that deals with themes as complex as politics, art, friendship and cultural identity. But the main question posed by the author is related to family, and how much of our identity is inescapably linked to our antecessors and our past.

    15. I could feel the story coming but the translator blew it with tossed off phrasal verbs and British nuances from the 19th century. Nothing ian in this translation. I'm going back to Iquitos!

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