Vermelho

Vermelho Trabalhada e densa narrativa porventura a mais dif cil mas tamb m uma das mais fulgurantes o momento da consuma o de um universo e de uma voz profundamente originais e intensos Literatura que tem l

  • Title: Vermelho
  • Author: Mafalda Ivo Cruz
  • ISBN: 9789722025454
  • Page: 155
  • Format: Paperback
  • Trabalhada e densa narrativa, porventura a mais dif cil, mas tamb m uma das mais fulgurantes o momento da consuma o de um universo e de uma voz profundamente originais e intensos Literatura que tem l dentro pintura, imagens vivas, que saltam das p ginas e se nos atiram aos olhos Narrativa, por mais que dissolvida, que lan a sons e sil ncios a ferir ouvidos d Trabalhada e densa narrativa, porventura a mais dif cil, mas tamb m uma das mais fulgurantes o momento da consuma o de um universo e de uma voz profundamente originais e intensos Literatura que tem l dentro pintura, imagens vivas, que saltam das p ginas e se nos atiram aos olhos Narrativa, por mais que dissolvida, que lan a sons e sil ncios a ferir ouvidos dentro, e que por vezes dan a, em selvajaria libert ria E um fio condutor entre todas estas obras uma ideia de fam lia ao centro Vanessa Rato, P blico O Vermelho impressionou me sobremaneira pela for a quase demencial e compulsiva que o domina N o um universo de simpatia f cil ou imediata, mas vai prendendo o leitor at que j n o somos capazes de o deixar Vem confirmar uma escritora segura, singular, estranha, por vezes arrebatadora, outras agreste na rela o com a realidade da natureza humana e com o leitor Jos Carlos Seabra Pereira, membro do j ri do Grande Pr mio APE do Romance e Novela 2003, ao jornal P blicoCR TICAS DE IMPRENSA N o basta dizer de Vermelho que se trata do melhor romance de Mafalda Ivo Cruz, simultaneamente o mais depurado e denso, aquele em que o seu horizonte desde sempre j anunciado se consuma Vermelho um texto onde a linguagem alicer a o seu fulgor, que reverbera para al m dele, e talvez um dos mais perfeitos textos da nossa cena liter ria recente Lemos este livro embalados pela sua pr pria m sica, pela cad ncia que est l dentro, a cada frase, a cada passo e na sua configura o maior, na sua arquitectura Maria da Concei o Caleiroin, P blico, 18 de Outubro de 2003

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