Iracema

Iracema Neste romance Jos de Alencar faz uma alegoria da funda o do Cear resultando em uma obra essencial do indianismo A potiguara Iracema a virgem dos l bios de mel encontra nas florestas da orla ceare

  • Title: Iracema
  • Author: José de Alencar
  • ISBN: null
  • Page: 160
  • Format: Paperback
  • Neste romance Jos de Alencar faz uma alegoria da funda o do Cear , resultando em uma obra essencial do indianismo A potiguara Iracema, a virgem dos l bios de mel , encontra nas florestas da orla cearense o portugu s Martim o in cio de um conturbado amor proibido que revela, com lirismo e aventura, a contradi o e o embate entre civiliza es.

    One thought on “Iracema”

    1. Cada vez mais cativada pela escrita leve e cheia de mistérios de Alencar. Este é o segundo livro que leio do escritor. O primeiro havia sido "O guarani" e tal como este representa a cultura indígena. Retrata com mestria os índios e os seus costumes. Iracema é a filha do pajé que se apaixona pelo guerreiro branco e centra sua felicidade dela. O guerreiro branco baseia-se na figura histórica real de Martim Soares Moreno, o primeiro colonizador português do Ceará. Em "Iracema" há o encont [...]

    2. Iracema certainly occupies an important place in Brazilian literary history. Serialized in newspapers, it is one of the country's first "authentically Brazilian" texts -- that is, it's a story that could only take place in Brazil, could only be written by a Brazilian. This was not a coincidence: The author, José de Alencar, wrote in the time of political instability that followed the nation's independence from Portugal, and with this and his other novels, he attempted to cultivate a sense of na [...]

    3. Imaginei que literatura clássica seria mais tediosa, me impressionei com o contrário, apesar de muita firula da época e muita palavra antiga e uma organização textual incrivelmente difícil de acompanhar, com um pouquinho de concentração da pra andar tranquilo com a história sem se perder.

    4. “Iracema”, escrito por José de Alencar, é um dos romances mais importantes da Literatura brasileira tendo sido publicado pela primeira vez em 1865.A história tem como pano de fundo a relação amorosa entre a índia Iracema e o português Martim. A meu ver, o autor conseguiu retratar perfeitamente a relação entre os povos indígenas e os colonizadores e o etnocentrismo da cultura europeia sobre a cultura indígena. Iracema abandona sua comunidade, seu pai e irmão e suas crenças para t [...]

    5. Não achei um porre igual meus colegas de sala mas confesso que a cada página que lia tinha que assistir um vídeo aula sobre o livro para entenderfazer o que né

    6. este livro é triste como o canto da arara e tenro como as ramas do maracujá, porém clichê como o azul do céu

    7. Iracema is an epic poem written in prose about the love of Martim, a Portuguese conquistador, and Iracema, the noble savage. It embodies the romantic ideals of Brazilian writers in the XIXth century, when nationalism was running wild among the intellectual and political elites all over the world. In Brazil, writers such as José de Alencar wanted to find the essence of the Brazilian culture by mixing its Portuguese heritage with the native Indian culture. To do so, Alencar used indian words, tri [...]

    8. Achei que não ia conseguir finalizar a leitura desse livro, mas consegui! Iracema é um livro bem complicado, apesar de ser uma leitura "rápida" precisei procurar por um audiobook para me incentivar a terminar. O livro é CHEIO de termos da língua tupi e a história não me surpreendeu tanto assim, achei até um tanto previsível para a época em que foi lançado (vários livros sobre a interação entre índios e homens brancos foram lançados naquela época), não senti que estava lendo nad [...]

    9. Muito bom, emocionante, poucas vezes uma história consegue passar a sensação do amor verdadeiro e incondicional como o fez Iracema. Poti e Martim realmente são inseparáveis e dão valor ao forte significado dessa palavra como poucos dão."Enconstaram a fronte na fronte e o peito no peito, para exprimir que não tinham ambos mais que uma cabeça e um coração"."Poti, o inseparável, caminhava a seu lado".Nesses e diversos outros momentos podemos ver como esses seres destinados, nunca, em ne [...]

    10. this book was written in 1875 and translated into english in 1886 AND IT NEEDS A NEW TRANSLATION BECAUSE THIS ONE SUCKS. unless maybe it's not the translation; maybe it's the original that's really stilted and awkward. but machado de assis seems to have thought very highly of it (along with everyone else in brazil, it seems), so i'm willing to give it the benefit of the doubtsically this is the john smith & pocahontas story, but in brazil. the beautiful indian maiden is named iracema, which [...]

    11. Iracema, a virgem dos lábios de mel, é a filha do pajé da tribo tabajara. Um dia ela encontra um “guerreiro branco”, o português Martim Soares Moreno (considerado o fundador do estado do Ceará). Ele é muito bem recebido pelos índios tabajaras.Quadro de Antonio Parreiras Iracema acaba se apaixonando por Martim, e ele, algumas vezes citado como guerreiro cristão, se apaixona por ela. No entanto, a bela índia não pode ficar ao lado de seu amor, pois guarda o segredo da jurema (uma mis [...]

    12. Há certos livros que foram feitos para serem lidos aos risos. Esse não foi, mas eu ri mesmo assim. A partir do momento em que o Alencar compara a Iracema com uma ema selvagem, comecei a anotar as minhas frases favoritas da história. Foi divertidíssimo!Na minha opinião, ler esse livro como comédia é o que o salva. Também dá pra entender como os brancos da época se achavam reis da cocada preta (comparação intencional) e que tinham o direito de escrever a história de qualquer povo, ín [...]

    13. I needed to read this book for the University test, but I couldn't do it. I've read 20 pages and I gave up. But 2 years later, today, I tried again. Just for 'fun'. And it was better. I didnt hate like the other time, but I cant say that I liked. I just think its a good history about ancient brazilians indians in that time But it's not my type of book. I prefer José de Alencar urbanist's books.

    14. "O conhecimento da língua indígena é o melhor critério para a nacionalidade da literatura. Ele nos dá não só o verdadeiro estilo, como as imagens poéticas do selvagem, os modos de seu pensamento, as tendências de seu espírito, e até as menores particularidades de sua vida. É nessa fonte que deve beber o poeta brasileiro; é dela que há de sair o verdadeiro poema nacional, tal como eu o imagino."

    15. This is a Brazilian book, so I go on Portuguese:Comparar Iracema com Pocahontas Mas é um livro romantico (literalmente do período do romancismo), com representações a respeito da nossa miscigenação como um povo.Romantico e bonito, embora trágico.

    16. This reminded of Brazil's version of Pocahontas. Or maybe the Pocahontas story is America's version of Iracema. Everything I've read about this book talks about how beautiful the language is. I think a lot is lost in the translation and it makes me wish I spoke Portugeause.

    17. sempre achei um porre, mas reli pra fuvest no reveillon e já vi de outra maneira. gostei da escolha de palavras, ms tendo q ir no dicionario toda hora. a construção das frases é bem bonita. o lance da submissão dos índios é meio irritante. mas a história em si gostei mto e as metáforas tb.

    18. Iracema worships the white just like Peri did (which sucks), but different from him, she doesn't look cool while doing it.

    19. I hated! One of the worst Books ever!!!! The story is kind of cool, but the writing is so bad i couldn't even finished.

    20. Famous Brazilian story written in 1865 by Jose de Alencar. From the rating for this book, I see I'm not the only one that didn't really like this book. There were far too many indigenous words that I had no clue what the hell they meant. Not the easiest book to read but was short enough at least. I also made the mistake to read this book in English rather than the original Portuguese. Portuguese is a much more expressive language than English so this dulls down the romance and beauty of the Bra [...]

    21. Iracema foi um livro que não foi muito comigo. Uma vez mais me senti na obrigação de respeitar um clássico por ser um clássico e, neste caso, também, pela gigantesca contribuição que a obra de José de Alencar significou para nossa literatura. O grande problema que tive com Alencar, nesta ocasião, é que o autor, de tanto querer transmitir a sensação de estarmos de fato dentro da história, acabou, na minha opinião, excluindo o que é mais importante: a estória. E é que Iracema foi [...]

    22. Uma obra-prima da prosa e da narração brasileira, Iracema deve ser lido como um poema em forma de romance. José de Alencar invoca imagens sensacionais e pinta um mundo belo, colorido e vivo com suas palavras. Àqueles que criticam a história em base de seus próprios preconceitos contra uma sociedade que já se foi, lhes imploro que revejam seus conceitos e tenham em mente que obras como essas são lidas não por sua simples história, mas por sua forma.

    23. The natural beauty and grace of the native virgin is introduced to us by means of a bath, a scene of baptismal sensuality to which we are awkward guests. We share with the European intruder the guilt of the voyeur, but also the excruciating, enchanting pain of being immobilized by that which is different and unknown. It is the pain of being surprised over our own vulnerability and one of the oldest topoi in literature – the shot of an arrow through the heart – but Iracema succeeds in taking [...]

    24. Whew! I'm glad I finally finished this. Even with my Portuguese dictionary and an English copy I found online (at burtoniana), it was a struggle to get through this book with it's antiquated Portuguese and difficult-to-translate metaphors. Still, I'm glad I made the effort to read this Brazilian classic. Some of the passages are quite beautiful.

    25. Não amei mas também não odiei, não me prendi mas também não desisti de ler, em nenhum momento senti que queria saber o que poderia acontecer nos próximos capitulos mas admiro a descrição que o autor faz usando palavras indigenas.

    26. Pensei que iria odiar esse livro pra falar a verdade, ficou durante muito tempo parado na estante, apesar da escrita muito floreada, o livro é incrível, tendo um dos finais mais tristes porém verdadeiros que já li. "Tudo passa sobre a terra."

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